Posso imaginar tudo! Cada pensamento trança as lembranças circunscritas em minha mente. O fato de isso tudo parecer um aforismo sem fim não significa que eu não consiga escrever outras coisas, pois eu escrevo e leio. Eu leio, eu sempre li. As flores falam mais do que aquilo que dizem seus perfumes e cores, basta saber olhar, dedilhar suas linhas, tocar suas virilhas – mas será que flores têm virilhas? Devem estar acima dos joelhos.
Branca, rosada, como dia que nasce e se põe, dia após (e com) dia. Eu leio, não me basta, eu escrevo, e, como Joãozinho cabeça de vento, deixo pistas e migalhas de pão para voltar ou ser encontrado no meio da floresta. Um dia vamos esquecer tudo, os pássaros terão comido as migalhas e serviremos (apenas) de motivo de riso para as flores. Quem irá nos proteger depois disso? Eu não quererei viver preso atrás das grades sem poder tocar a ponta do sol que se põe da cor do dia que volta a nascer. O que será feito de nós?
Branca, rosada, como dia que nasce e se põe, dia após (e com) dia. Eu leio, não me basta, eu escrevo, e, como Joãozinho cabeça de vento, deixo pistas e migalhas de pão para voltar ou ser encontrado no meio da floresta. Um dia vamos esquecer tudo, os pássaros terão comido as migalhas e serviremos (apenas) de motivo de riso para as flores. Quem irá nos proteger depois disso? Eu não quererei viver preso atrás das grades sem poder tocar a ponta do sol que se põe da cor do dia que volta a nascer. O que será feito de nós?


1 comentários:
O que será feito de nós... Não sei... ainda assim eu prefiro tentar fazer algo de mim mesma! Hahah
Adorei o post! ;)
Postar um comentário