terça-feira, 8 de setembro de 2009
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Talvez excesso de afasia, nada do que dizemos pode traduzir com perfeita exatidão a alma humana e o ser desta alma. Do início da civilização até hoje muito do que se pensava mudou e quiçá não mudará... Mas agora restrinjo a busca. Indo e voltando do passado, presente contextualizado e se pudesse revelava o futuro. Vamos ao belo, ao glorioso e vamos as margens do que envergonha a carne humana: seu próprio erro!
3 comentários:
Mais burro foi quem o largou.Beijos, desculpe a demora, um abraço.
Mas é por isso que o título é duplo sentido, estaria eu falando do dono que seria o burro ou do burro conduzido?
Eu quero, um dia, não ter que explicar minhas ironias.
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