sábado, 13 de junho de 2009

Carta dissidente

Eu mentiria se eu dissesse que não sinto medo, e que intervalos de uma música e meia não são eficazes para derrubar uma pessoa forte. Sinto nos dedos a textura do verde do gramado do nosso jardim.
Assim te digo que meu francês não destoa do seu, que não faço bicos porquê não sei competir com os seus e tampouco chegaria a "molequês" de sua alma.
Um ou outro cd, Pato Fu ou Cazuza, conseguem fazer com que eu viaje km's de distância só para cair em teus braços, tendo seu sorriso refletido em espelhos d'água e seus olhares cortando vãos e hall's.
Essa é apenas uma carta dissidente.

0 comentários: