Nunca gostei de escrever como se estivesse escrevendo em uma agenda, ao mundo cabe (merece) mais que meus dias... sei porém, que todas as coisas que escrevo tem um simbolismo maior que teria minha agenda, mesmo que eu não escreva.
Todo esse silêncio que tomou conta dessas minhas linhas tem motivos: tensão e, talvez, superstição. Mas enquanto a tolice toma conta das paranóias da mente o mundo gira, e a Pitt é que me desculpe, mas ele não gira devagar.
Tudo nesses dias salta dos tons de cinza ao colorido. Começo até a achar que sei alguma coisa. Deixei meu "nome" para adotar outro: agora professor, pelo menos me chamam assim na escola, e eu gosto muito. Mesmo em meus pensamentos mais deslocados não previ isso, não previ como seria tão bom!
Em breve deixarei o bacharelado, pois o discurso me sorriu... vou pesquisar, talvez um dia seja doutor [juntos riremos]. Por hora me dividirei em talvez professor e aprendiz. Quando eu já pensava em mil desculpas, quando pensava em planos "B's" a notícia me toma, lendo Rubem Alves, sentado (recostado) na mesa. Quando já pensava em drásticas mudanças, heis que me descubro mais aqui do que achava... nunca fui tão comum, nunca fui um "lugar comum".


1 comentários:
olá dr. professor!
acho q o mundo agradece ganhar um professor assim, viu.
por aqui está tudo indo nessa volta do mundo q gira louco e a gente indo de acordo com o que o tempo dá.
tudo indo colorindo como as minhas caixinhas e livro, alguns dias mais frios, natural, tudo isso é vida.
vamos ficar por aqui sim em julho e será ótimo o encontro. mande um email com atecendencia só para dizer os dias q virá e a gente se programa, está bem?
sua escrita é ótima!
1bjo da sua fã
mari
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